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Meu Setup Musical

Meu Setup Musical

Versão em português do post My Music Setup.

Fones e earbuds

Dispositivos de áudio: interfaces, DACs e amplificadores

Mini amplificadores de baixo

Caixas de som

Apps e serviços

Pedais de baixo

Baixos

Outros instrumentos

E…

Observação: mas eu não toco esses muito bem… me falta controle de respiração.

Tralhas

O que eu acho do meu setup

Baixei o Wavelet no Android, mas como o HiByMusic e o USB Audio Player Pro se conectam ao Qobuz e têm equalizador próprio, estou explorando bastante esses dois antes de combinar com qualquer outro software (no caso do Wavelet, seria app do Qobuz + Wavelet). Dia a dia é só o Qobuz mesmo.

Os produtos Behringer que tenho são terríveis. Foi dinheiro jogado fora, e eu teria vergonha de revender para alguém. Mas acho que devo ter sido enganado pela loja, que vendeu algo usado ou recondicionado (no caso do pedal), e tive muita dor de cabeça com as configurações do UCG102 no Linux no passado.

O Galaxy Buds Pro é excelente, mas só para ouvir música no smartphone. Às vezes uso no Linux, mas sinto que esquenta mais do que o normal (ou provavelmente me desacostumei com in-ear).

O Edifier W820NB Plus era o meu fone do dia a dia (2023, 2024 e 2025)… trabalho, reuniões, perfeito no Windows e no Linux, mas no futuro não vou comprar mais nada Bluetooth, só dispositivos com opção wireless de 2,4 GHz.

Em 2025 (bf) comprei um AKG N9 Hybrid com dongle (conexão wifi e bt) - virou meu fone padrão para o trabalho.

Os mini amplificadores são bons, mas muito limitados. Eu sabia disso quando comprei e estou tranquilo com eles, mas preciso de um amplificador padrão para o baixo (na verdade, algo que minha esposa pediu quando notou a diferença quando toco em outros modelos).

Os pedais do fabricante brasileiro TMiranda são superiores aos da Fender, BOSS e outros que já usei. Os amplificadores deles estão na minha lista de desejos.

Meu primeiro baixo foi um Memphis Tagima Jazz Bass sunburst. Tenho ele desde 2005, e continua sendo o meu favorito.

A configuração das conexões é a seguinte:

Opcionalmente, tenho um cabo RCA 3,5 mm <—> P2 para ligar o DAC, a interface ou os pedais à saída do amplificador BlackStar, deixando o setup mais portátil sem precisar mover o Edifier 360.

A importância de bons cabos: procure sempre cabos blindados, com carcaça em liga de alumínio, conectores banhados a ouro, isolamento em PVC e condutores de cobre esmaltado… Essas características não são nada “extraordinário”, mas existem cabos baratos que não atendem a esses padrões e podem degradar a qualidade do áudio. O mesmo vale para cabos de rede, cabos HDMI e por aí vai. Eles sempre serão o componente mais barato de todo o setup e, por isso, acabam sendo negligenciados. Não economize aqui.

E a minha maior frustração: não conseguir montar uma workstation completa e funcional como home studio usando 100% Linux. Tentei por muito tempo, usando o Ubuntu Studio (porque ele já vem pronto para usar)… Usei bastante para gravar e editar vídeos (principalmente OBS e Kdenlive), mas nunca consegui capturar e gravar o baixo com total satisfação (para mim).

Esses equipamentos foram comprados há muito tempo (exceto a SSL2+), então preciso atualizar esse ambiente: fones fechados para gravação e um microfone condensador.

Vou montar meu novo home studio em 1 ano provavelmente (quando eu me mudar para um espaço novo e melhor, espero) e aí poderei melhorar a acústica do ambiente e investir mais nisso.

Para usar a SSL2+ no Linux, estou testando vários apps, mas ultimamente tenho usado mais o REAPER na versão trial (e o Mixbus 11, cuja licença veio junto com a SSL2+ e também tem versão para Linux).

O PC está conectado à SSL2+ (USB-C), mas também está ligado diretamente ao Edifier S360DB por Toslink (interface de cabo óptico). Usando o controle remoto do Edifier, consigo alterar entre as entradas/fontes de audio.

Desde a pandemia eu não toquei nada. Toco e estudo baixo desde 2005, já toquei em algumas bandas, mas negligenciei completamente nos últimos 5 anos… A ideia de uma casa nova, um espaço para home studio, me devolveu o entusiasmo. :-)

Espero muito atualizar este post em um futuro próximo e, se isso acontecer, ficarei imensamente feliz.

Enquanto isso…

Escrevi sobre transformar um smartphone antigo em um Digital Audio Player (DAP) dedicado, usando alguns apps, um launcher alternativo de Android, shell script para remover apps via comando adb e o meu iFi Go Link (amplificador e DAC USB-C):

transformando-antigo-smartphone-em-dap

transform-old-smartphone-in-a-digital-audio-player-dap

DAW

Na maior parte do tempo, estou usando o Mixbus 11. Mas tenho instalado os trials do Mixbus 12, LiveTrax 2 (e depois instalei o LiveTrax 3 - recem lançado), REAPER, Ardour 9…

E escrevi estes artigos sobre várias DAWs e especificamente sobre Ardour, Mixbus e LiveTrax:

daw-no-linux

daw-ardour-mixbus-e-livetrax

Em inglês: daws-on-linux (EN)

E, mais recentemente, escrevi dois artigos que saem do “o que eu tenho” e vão para o “como isso funciona na prática” na hora de tocar:

Em Contrabaixo no Linux eu conto como deixei o desktop Fedora pronto para tocar, gravar e escutar contrabaixo com a SSL 2+ MkII: o PipeWire ajustado para 48 kHz, a busca pela latência mínima com ALSA exclusivo, launchers dedicados para cada programa e uma comparação honesta entre Ardour 9.7, Mixbus 11, Mixbus 12, LiveTrax 3 e REAPER 7.78.

Já em linux-daw-ssl-lowlatency (em inglês e pt/br) eu explico o repositório que resolve a parte chata dessa história: um wrapper que tira a placa das mãos do PipeWire, entrega o dispositivo ao DAW em ALSA exclusivo e devolve tudo ao normal quando você fecha o programa, cobrindo inclusive o REAPER, que não implementa o protocolo de reserva de dispositivo e por isso brigava com o PipeWire.


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